Game Developers Conference 2018 highlights

With the usual gathering of programmers, artists, producers, game designers along with other professionals, another exciting Game Developers Conference has happened this year (2018, march); an event that featured over 500 lectures, panels, tutorials, the GDC expo and round-table discussions about all kinds of subjects regarding the game industry, and besides all that, let’s not forget about the Independent Games Festival and also the Game Developers Choice Awards, both featured annually in this event. It is really an experience that no one interested in entering the gaming industry should lose, but, of course, you can still be well informed of some of the interesting things shown in the event, just keep reading!

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Virtual Reality more accessible to the public

Let’s talk about some of the highlights of this year’s GDC, starting out with the new VR gadget, the Oculus Go, showcased in this year’s event and tried out by many developers, the Oculus Go is the first fully standalone version; one that surprisingly, you don’t need to connect to a phone or a computer to have fun with, also, it’s way more accessible than the Oculus Rift in more than one way: it doesn’t affect your wallet as much.

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According to developers who tested this new VR set out in the event, the Oculus Go works very well, and it might be the new “accessible entry point that virtual reality needs.” Let’s find out when it launches later this year.

Game Developers Choice Awards

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The GDC Awards recognizes and celebrates outstanding games for their creativity, well programmed and executed ideas, art and music. Annually, this event awards the best game of the year, and this year, this game was Nintendo’s ‘The Legend of Zelda: Breath of the Wild’. The game was also celebrated in other categories, such as: Best audio and best design.

The game’s story follows the well known character, Link, who awakens from a hundred-year slumber to a mysterious voice and now is free to explore an open world and save the kingdom of Hyrule from destruction. Of course, other games were also celebrated.

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Designed, developed, and illustrated by Jason Roberts, this game won Best mobile game and Innovation Award, with its simple, yet satisfyingly complex puzzles. This game might be a new way to see the puzzle genre, and it definitely attracted more people to it. According to IGN: “Every puzzle fan should have Gorogoa on their radar.”

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This immersive atmospheric game won the category of Best Narrative. It tells weird tales of the Finch family. You play as a woman who is exploring their giant house and learning more about her past as part of the family and herself.

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This run and gun focused on boss battle game won Best Visual Art; and it’s clear why. The game shows characters who move, talk and act like an Disney old cartoon. The whole game is colorful and cute, despite being considered one of the hardest games to beat.

So, what else did you like in this edition of the Game Developers Conference?

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Nintendinho completa hoje 34 anos de história

O Famicom (abreviação de Family Computer), precursor japonês do Nintendo Entertainment System (apelidado carinhosamente no Brasil de Nintendinho), foi lançado há exatos 34 anos no Japão, no dia 15 de julho de 1983.

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O console foi desenvolvido em segredo no departamento de pesquisa e desenvolvimento da Nintendo desde 1980 pela equipe de Masayuki Uemura. O objetivo inicial era fabricar um console baseado em cartuchos com capacidade de 16 bits e que fosse mais barato que os concorrentes. O console também foi projetado para ter a aparência de um brinquedo, nas cores vermelho e branco, o que mudaria um pouco na versão ocidental que a maioria de nós conhecemos.

Para manter os custos baixos, as sugestões de incluir um teclado, um modem e um drive de disquete foram rejeitadas, e optou-se em vez disso por investir em portas de 15 pinos para incluir acessórios periféricos. A capacidade gráfica também foi rebaixada para 8 bits. O teclado, o modem e o drive de disquetes foram lançados mais tarde como periféricos, junto à famosa pistola Zapper e outros controles especializados.

Os títulos de lançamento do Famicom foram Donkey Kong, Donkey Kong Jr. e Popeye, e o console vendeu bem nos primeiros meses. Porém, as primeiras unidades travavam durante o jogo e a Nintendo teve de fazer um recall pouco antes da alta temporada, suspender a produção e resolver o problema rapidamente, o que lhe custou milhões de dólares na época. O console voltou a ser produzido com uma nova placa-mãe que resolvia o problema, e terminou vendendo muito mais que o seu principal concorrente, o Sega SG-1000: mais de 2,5 milhões de unidades foram vendidas no Japão até o final de 1984.

Enquanto isso, nos EUA, a Nintendo tentou um acordo com a Atari para trazer o console ao mercado norte-americano. Entretanto, com a quebra do mercado de consoles nos EUA e os problemas financeiros da companhia americana, o acordo nunca entrou em vigor. Com a quebra da indústria, os consoles passaram a ser vistos como algo fora de moda e a Nintendo tentou vender o produto como um computador pessoal completo: o Nintendo Advanced Video System com teclado, gravador de fita cassete, e um cartucho interpretador da linguagem BASIC. Até a aparência do console mudou radicalmente para não se parecer em nada com a versão japonesa, trocando o branco e vermelho pelo cinza e adotando uma forma quadrada como a de outros eletrônicos da época. Mesmo assim o sistema, apresentado em 1984, não despertou muito interesse na América.

No ano seguinte (1985), a Nintendo voltaria com uma versão simplificada do AVS, certificando-se de que a sua aparência não se parecesse em nada com um console de e evitando termos associados à indústria de videogames (cartucho, controle, etc.) e rebatizando o sistema de Nintendo Entertainment System (NES). Para evitar a associação com os videojogos, até o compartimento do cartucho mudou de lugar, para a parte frontal do aparelho. Os controles do Famicom, que eram fixos no aparelho, deram lugar a controles que se conectavam através de portas de 7 pinos.

Somente após fortes campanhas de demonstração, muito telemarketing e contratos sem riscos para os compradores, a Nintendo conseguiu 500 varejistas para apoiar o produto e realizar um teste de mercado em Nova Iorque. Nos EUA, o console foi lançado em 18 de outubro de 1985 com uma biblioteca de 18 jogos. Desde então o console decolou no ocidente, ficando à frente dos seus principais competidores, o Atari 7800 e o Sega Master System (exceto no Brasil), e dominando o mercado pelo resto dos anos 1980.

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Duck Hunt, um dos mais icônicos jogos do NES. Nos Vinha incluído na compra do console, em um cartucho que compartilhava com o jogo Super Mario Bros. Para jogar era necessário conectar a pistola.

O presidente da Nintendo, Hiroshi Yamauchi acreditava que a Atari entrou em colapso porque deu liberdade demais às desenvolvedoras e inundou o mercado com jogos ruins (E.T. que o diga). Para resolver este problema, a Nintendo incluiu no seu console um sistema de bloqueio de software não licenciado (pirata) e criou o seu próprio sistema de licenciamento para garantir a qualidade dos jogos. Isto, é claro, sem falar nos jogos que a própria Nintendo desenvolvia, como os da franquia Mario. Por exemplo, Super Mario Bros., cartucho que vinha junto com o console, é até hoje um dos jogos mais vendidos da história, com 7 milhões de cópias vendidas na América e 4 milhões de cópias vendidas no Japão.

Bateu a saudade? A Nintendo lançou recentemente o NES Classic Edition, uma réplica em miniatura do Nintendinho original com 30 jogos clássicos na memória, incluindo Super Mario Bros., The Legend of Zelda, Mega Man 2, Metroid, Castlevania e Kirby’s Adventure.

Link para a página do NES Classic Edition no site da Nintendo.